Sustentabilidade

Como a Formula E no Chile trouxe mais do que somente carros elétricos

A Formula E está em sua quarta temporada e já teve dois brasileiros campeões na categoria: Nelson Piquet Jr. foi o primeiro, e Lucas Di Grassi se sagrou vencedor absoluto na última temporada, depois de uma disputa ferrenha com o francês Sébastien Buemi.

A competição, no entanto, não é simplesmente sobre carros monopostos movidos à eletricidade. A Formula E foi pela primeira vez ao Chile, no último fim de semana, e serviu para mostrar que, além de divertir, está apresentando ao público tecnologias que estão sendo validadas para o futuro dentro e fora das pistas.

A Enel, distribuidora de energia e uma das principais patrocinadoras do evento, fez questão de deixar isso claro. Não se trata apenas de entreter com uma corrida apertada no circuito montado nas ruas de Santiago, mas também de mostrar ao público alguns aspectos que, no futuro, poderão fazer parte do dia a dia das pessoas.

Não se trata de consumir menos, mas de consumir melhor
Prezando por um consumo mais consciente e eficiente, a gigante italiana do ramo de energia elétrica levou um estande ao evento que mostrava como a gestão de energia era feita.

A distribuição de energia feita de forma local, através da montagem de uma rede de eletricidade dedicada ao evento, permitia que a energia não consumida em alguma seção pudesse ser devolvida para servir de reserva em momentos de pico, de forma a não estressar o sistema e não exigir mais eletricidade que o necessário.

Além disso, o acompanhamento em tempo real de como está sendo o consumo foi mostrado no local por Christopher Regan, o responsável pelo projeto da Formula E dentro da Enel.

A corrida pelo futuro
Além da Formula E, a Enel anunciou recentemente sua parceria com a MotoGP para a criação da categoria de motos elétrica, a Moto-e.

Durante o evento de apresentação da nova categoria, o CEO da Dorna, empresa detentora dos direitos do mundial de motovelocidade, afirmou que a companhia sempre teve a sustentabilidade em mente e que a Enel vai poder permitir que a Moto-e finalmente aconteça.

Fonte: Tecmundo

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